Roubo de cargas registra queda, mas número ainda é alto e preocupante

Conheça os dados divulgados pela Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística sobre o roubo de cargas no Brasil.
Imagem de 3 caminhões em fila na rodovia
Imagem de 3 caminhões brancos em fila na rodovia

O roubo de cargas é um dos principais desafios enfrentados pelo setor de transporte e logística em todo o mundo.

Além de gerar prejuízos bilionários para a economia, esse tipo de crime também impacta a segurança pública e o bem-estar. 

Pior, produz impactos negativos não apenas para as empresas transportadoras e embarcadoras, mas também para os consumidores finais, que sofrem com o aumento dos preços dos produtos e a escassez de oferta. Além disso, o crime alimenta o mercado ilegal e financia outras atividades criminosas.

 

O que dizem os números?

Segundo dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), entidade representativa do segmento empresarial rodoviário de cargas, em 2022 foram registrados 18.382 casos de roubo de cargas no país, o que representa um prejuízo de R$ 1,2 bilhão. 

Esse valor é 5% menor do que o registrado em 2021, mas ainda é considerado um número alto e preocupante. 

A região Sudeste foi a mais afetada pelo crime, concentrando 81,5% dos casos. O estado de São Paulo liderou o ranking com 8.151 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro com 6.418 e Minas Gerais com 1.304. 

Entres os produtos mais visados pelos criminosos, estão: produtos alimentícios, combustíveis, produtos farmacêuticos, autopeças, texteis e confecções. 

 

Fonte: Assessoria de Segurança/NTC&Logística

Como enfrentar o roubo de cargas no Brasil?

Segundo dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), entidade representativa do segmento empresarial rodoviário de cargas, em 2022 foram registrados 18.382 casos de roubo de cargas no país, o que representa um prejuízo de R$ 1,2 bilhão. 

Esse valor é 5% menor do que o registrado em 2021, mas ainda é considerado um número alto e preocupante. 

A região Sudeste foi a mais afetada pelo crime, concentrando 81,5% dos casos. O estado de São Paulo liderou o ranking com 8.151 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro com 6.418 e Minas Gerais com 1.304. 

Entres os produtos mais visados pelos criminosos, estão: produtos alimentícios, combustíveis, produtos farmacêuticos, autopeças, texteis e confecções. 

Para combater esse problema é preciso uma ação conjunta entre o poder público, o setor privado e a sociedade civil. Algumas medidas que podem contribuir para reduzir esse problema são:

  • Aumentar a fiscalização nas rodovias e nas áreas de maior incidência do crime;
  • Integrar as forças de segurança pública dos estados e da União para trocar informações e planejar operações conjuntas;
  • Melhorar a infraestrutura viária e a sinalização das estradas para evitar pontos vulneráveis;
  • Capacitar os profissionais do setor de transporte e logística para prevenir e reagir ao roubo de cargas;
  • Utilizar tecnologias de rastreamento e monitoramento das cargas para facilitar a recuperação e a identificação dos criminosos;
  • Conscientizar os consumidores sobre os riscos e as consequências do consumo de produtos roubados.
 

Seja como for, é fundamental enfrentá-lo com seriedade e responsabilidade, buscando soluções integradas e eficazes. Somente assim estará garantida a segurança das operações logísticas, a competitividade das empresas e a qualidade de vida dos cidadãos.

 

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  • Amanda Moura

    Amanda Moura é formada em Ciências Sociais e do Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e se dedica a estudar comportamento, consumo e tendências.

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